Mostrando postagens com marcador #art #eucurti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #art #eucurti. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

DESCOBERTA DO DIA: VIVIAN MAIER




Vivian Maier ( February 1, 1926 - April 21, 2009) foi uma street photographer ( fotógrafa de rua) americana amadora, que cresceu na França, e depois de voltar para os EUA, trabalhou por 40 anos como babá em Chicago, mais precisamente entre os anos 50 e 60. durante esses anos, ela tirou cerca de 100 mil fotosgrafias, principalmente de pessoas e paisagens urbanas com mais frequência em Chicago, embora ela tenha percorrido o mundo tirando fotos em cada local que visitava.
Suas fotografias permaneceram desconhecidas, até que foram descobertas por um historiador local, em 2007.  Dois anos antes de sua morte em 2009,um jovem agente imobiliário se deparou com milhares de seus negativos em um imóvel q estava à venda. Eles foram comprados por US$400 por John Maloof (26anos) q logo percebeu pelo o que ele tinha realmente pago: O trabalho da vida de uma das maiores fotógrafas de rua que o mundo não conheceu! Veja se não é verdade....










 Após a morte de Maier, seu trabalho começou a receber elogios da crítica. Suas imagens apareceram em jornais da Itália, Argentina e Inglaterra, e foram expostos ao lado de trabalhos de outros artistas na Dinamarca e Noruega, sua primeira exposição individual está sendo executada no Chicago Cultural Center , de janeiro a abril de 2011.
 
Muitos dos detalhes da vida Maier ainda estão sendo descobertos. As impressões iniciais sobre a sua vida indicavam que ela tinha nascido na França, mas a busca revelou que ela nasceu em Nova York, filha de Maria Jaussaud, que era francesa, e Charles Maier, que era austríaco.Vivian viveu entre os EUA e a França por muitos anos durante sua infância, embora seja desconhecido  o lugar onde ela tenha vivido na França.
 
John Maloof, curador da coleção de fotografias Maier, resume o modo como as crianças que ela cuidava a  descreveria mais tarde:


Ela era socialista, feminista e uma crítica de cinema apurada. Ela aprendeu Inglês, indo para os cinemas, que ela amava. Ela usava uma jaqueta de homem, sapatos de homem e um grande chapéu na maioria das vezes. Estava tirava fotografias constantemente, as quais ela não mostrava  para ninguém.


Entre 1959 e 1960, Maier viajou para Los Angeles, Manila, Bangkok, Pequim, Egito, Itália, e do sudoeste americano, tirando fotos em cada local. A viagem foi, provavelmente, financiados pela venda de uma fazenda da família, na Alsácia.


John Maloof, abriu um blog com fotos dela, é o Vivian Maier blogspot


Para saber como tuoda essa história MARAVILHOSA aconteceu assista ao video.





John Maloof  está querendo produzir um documentário sobre a vida e arte dessa grande fotógrafa Vivian maier, e para isso está em busca de ajuda financeira para conseguir fazer o documentário. Para isso eles fizeram esse video que VALE  MUITO A PENA assistir, para ter uma noção do que foi o trabalho dessa GRANDE MULHER!




quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

ON ART NOW: LEO SEWELL



Leo Sewell cria obras primas feitas de lixo, e hoje suas peças são expostas em museus, galerias e disputada por apreciadores de arte. Artistas famosos também já compraram sua arte, como Sylvester Stallone.

Leo usa plásticos descartados, metal e madeira. Ele seleciona os materiais que vai usar por cor, forma e durabilidade.Para formar suas obras ele molda-os em conjunto com porcas e parafusos.

Leo percorre a cidade atrás de todo lixo descartado que possa usar.

"Eu começei esse estilo ainda na minha adolescência, diz Leo. Como eu estava crescendo em Annapolis, eu costumava frequentar o estaleiro naval perto da minha casa. Eu chegava com tanto lixo desses em casa que meu pai me desafiou a fazer algo criativo com eles."

Muitas de suas primeiras peças forampeças para casa, como mesa, caixa para relógio, e suas peças foram tomando formas e se tornando decorativas, assemelhando-se  a cavalos, seres humanos e animais.










( via )

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

ÁGUA NA OCA


Os debates sobre a questão do meio ambiente ganham um novo fôlego na cidade na sexta (26), justamente a partir de um de seus recursos mais preciosos. A megaexposição “Água na Oca”, em cartaz até maio de 2011 no Parque do Ibirapuera, reflete sobre a relação do homem com o líquido que ocupa 70% do planeta. Três andares da construção projetada por Oscar Niemeyer serão ocupados com instalações audiovisuais e interativas, aquários (reais e virtuais), terrários, fotografias, vídeos, esculturas e maquetes de embarcações.


Com curadoria de Marcello Dantas, a montagem teve origem em “Water: H20 = Life”, exibida em 800 metros quadrados do Museu de História Natural de Nova York em 2007. Adaptada para a realidade brasileira com apoio do Instituto Sangari, ela chega a São Paulo com 8.000 metros quadrados, ou seja, dez vezes maior.
Logo no térreo, o espectador depara com o aspecto mais científico das atrações. Ali está um aquário com espécies de peixes de várias regiões do mundo, além de um terrário composto de animais criados em 3D, simulando o ecossistema de um manguezal. Já nas janelas da Oca, não por acaso semelhantes a escotilhas, vídeos exploram virtualmente o fundo do mar, a 10 quilômetros de profundidade. Ainda no térreo, uma balança compara o peso proporcional em água de várias espécies. Intitulado “O Desaguar”, o subsolo do prédio é reservado às obras de arte relacionadas ao tema da mostra. Conhecido por suas esculturas de aço, pedra e, é claro, muita água, o inglês William Pye apresenta quatro peças. Outros destaques incluem o vídeo “Rain”, do alemão Thomas Demand (com imagens em close de gotas caindo, que revelam ser de uma frigideira), uma série de fotografias de natureza da carioca Claudia Jaguaribe e uma instalação assinada pela dupla paulistana Gisela Motta e Leandro Lima, com lâmpadas que emulam o movimento de ondas. O 1º andar é dedicado mais diretamente à nossa relação com a água.

O visitante pode sentir na pele o drama de enfrentar um alagamento, através de uma casa montada em meio a uma tempestade, inclusive com tábuas no chão e água jorrando do lado de fora. Jornais exibidos em paredes trazem reportagens sobre enchentes desde a década de 30. Também no 1º andar, um painel interativo explica que o ato de tomar um copo de suco ou lavar o carro envolve muito mais água do que se imagina, e dá dicas para um uso mais racional e sustentável. Por fim, o 2º andar da Oca é uma espécie de planetário ao contrário. O espectador deita em colchões de água e assiste a uma animação projetada no teto, mais uma vez sobre as profundezas desconhecidas dos mares. “Fomos para a Lua, sonhamos em colonizar Marte e nem sequer chegamos ao fundo dos oceanos”, observa Marcello Dantas. “Ainda existe um universo cheio de segredos a ser descobertos.”
Assista ao video explicativo da exposição que é muito legal:







( via Veja SP )

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

BURGERLISA - PHIL HANSEN ART



A Burguerlisa, ou Grease Burger Art ( que quer dizer : arte feita de gordura de hamburger), é um video promocional do Arby´s, uma cadeia de hamburguers americana, para promover seus roasted hamburgers, feito pelo artista Phil Hansen , usando a gordura de hamburguer sobre papel manteiga.  Vejam:






Phil Hansen é conhecido por trabalhar com objetos não convencionais em sua arte. Um exemplo de seu extraordinário trabalho é esse outro video aqui:





Aqui vão mais dois exemplos de trabalho de Phil Hansen

Bruce Lee, feito com pequenos golpes de karatê com as mãos com tinta sobre canvas. Olha o video:




Lance Armstrong . Triciclo + tinta   = 
                                    canvas




Ficou impressionado ( a ) ? Então veja esses e outros trabalhos de Phil clicando aqui.

sábado, 30 de outubro de 2010

ART PREVIEW - DEAD DROPS



ART PREVIEW- Dead Drop

O Dead Drops é um projeto novo , que Aram Bartholl  começou, como parte de sua residência no curso EYEBEAM em Nova York nas últimas semanas. 'Dead Drops é um off-line, anônimo, peer-to-peer de compartilhamento de arquivos no espaço público. Aram injetou drives flash USB em muros, prédios e passeios acessíveis a qualquer pessoa no espaço público. Se você estiver em NY, está convidado a ir a esses lugares (até 5 em NYC) para soltar ou localizar arquivos em um dead drop. Conecte seu laptop a uma parede, de casa ou do pólo para compartilhar seus arquivos e data. Cada dead drop, contém um arquivo readme.txt explicando o projeto. 'Dead Drops' ainda está em andamento, a ser continuado em NY e em mais cidades. A documentação completa, filme, mapa e "Como fazer seu próprio dead drop", terá seu manual em breve.
Mais sobre o artista e os Dead drops, clicando aqui.
Os locais em NY onde você encontra os Dead Drops são esses:


87 3rd Avenue, Brooklyn, NY (Makerbot)
Empire Fulton Ferry Park, Brooklyn, NY (Dumbo)
235 Bowery, NY (New Museum)
Union Square, NY (Subway Station 14th St)
West 21st Street, NY (Eyebeam)


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

REVELart O MASP NAS RUAS


Não estranhe se você estiver passeando pelas ruas frenéticas de São Paulo e se deparar com um Goya ou um Renoir em um muro. Durante todo o mês de outubro, o MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – levará reproduções de 40 obras de seu acervo para as ruas da capital, na exposição RevelARTE – O MASP nas ruas. O objetivo é levar a população a conhecer as obras do acervo do Museu, que é o mais representativo do Hemisfério Sul. A iniciativa é inspirada na experiência da National Gallery, de Londres, um dos mais prestigiados museus de arte do mundo, que levou para as ruas da capital inglesa reproduções de parte de sua coleção em 2007.


O MASP é o museu mais visitado do país e reúne em seu acervo milhares de obras de arte produzidas na Europa e na América nos últimos 500 anos. As reproduções serão distribuídas em uma região centralizada a partir da sede do MASP, com distância de até 1,5 km. O quadrilátero é formado pelas ruas da Consolação e Estados Unidos, avenidas Radial Leste-Oeste e Brigadeiro Luís Antônio, com ênfase no eixo da Av. Paulista.





Mapinha p/ quem interessar:
(via lolamag)

TOP 5 GALERIAS DE NYC POR PEDRO ANDRADE


O jornalista Pedro Andrade mora em Nova York e apresenta, de lá, as novidades de cultura e comportamento no programa Manhattan Conection, do GNT. Correndo atrás de lugares diferenciados na cidade, ele sempre garimpa algumas coisas imperdíveis.( pelo menos eu acho) Pedro indicou  cinco galerias que não podem ficar de fora da sua próxima visita a NYC:



Gagosian Gallery (522 W 21st Street)

“Larry Gagosian, o dono das três filiais nova-iorquinas, é um dos maiores colecionadores de arte do mundo. Em qualquer uma delas você pode ir de olhos vendados… Eles sempre oferecem exposições imperdíveis, de Picasso e Monet a Murakami e Roy Lichtenstein! ”


Marianne Boesky Gallery (509 W 24th Street)

“Uma galeria pequena que teve inicio nos anos 1990 no SoHo. Hoje em dia, localizada em Chelsea, ela mantém a tradição de expor artistas novos e promissores .”


Steven Kasher Gallery (521 W 23rd Street)

“Dedicada primeiramente à fotografia, foca no aspecto jornalístico. Foi escolhida pela National Georgraphic Society pra expor em primeira mão sua retrospectiva.”


Pace/MacGill (32 E 57th Street)

“Representam nomes de peso, como Irving Penn, Richard Avedon e Robert Frank. Uma das coleções de fotografia mais respeitadas de NY.”


White Box (329 Broome Street)

“Uma galeria com clima alternativo no Lower East Side. Exibe artistas emergentes e já bem estabelecidos. O espaço é concorridíssimo entre os artistas locais. Vale dar uma olhada no site antes da visita.”

Lembrando que, todas elas estão c/ links e não podem deixar de ser visitadas on line também! Imperdível!